Se Romero Rodrigues quiser disputar o governo com chances, precisa romper imediatamente com Bolsonaro

Romero Rodrigues hoje é o principal nome da oposição ao governador João Azevedo. E por vários motivos; fez uma gestão marcante em Campina Grande, elegeu Bruno Cunha Lima no 1° turno, consolidou uma imagem de político trabalhador e se projetou para o estado como um liderança política. Bem diferente de Cartaxo, que sai da gestão como um simples gestor que ambicionou eleger a cunhada, e que não cumpre acordos políticos.

Apesar de tantos pontos fortes, Romero tende a esbarrar no Fla x Flu que se instalou no Brasil. De um lado o bolsonarismo doentio, radical e decadente, do outro os progressistas e moderados. Fenômeno que se agrava ainda mais no Nordeste, onde Bolsonaro levou uma surra na eleição de 2020, nas capitais.

A eleição de João Pessoa precisa servir de exemplo para Romero Rodrigues. Nilvan Ferreira era um ótimo candidato, mas foi derrotado no 2° turno por ter o carimbo de Bolsonaro na testa; fruto das suas defesas absurdas no Sistema Correio.

Romero pode chegar em 2022 como o melhor dos candidatos, mas com o carimbo de Bolsonaro na testa a sua derrota no provável 2° turno é mais que certa. Para a maioria do eleitor paraibano, o fato do candidato ser aliado de Bolsonaro é o suficiente para rejeitá-lo radicalmente.

Agora cabe a Romero escolher o melhor momento e fazer o mesmo que João Dória. E o momento é exatamente agora.

 

Manoel Júnior mostra ônibus escolares sucateados pela família Romão

Parece que o único legado da família Romão, em Pedras de Fogo, será a escalada da violência na política. Na última quarta-feira, 06, o prefeito Manoel Junior deu uma mostra do descaso da antiga gestão e expos a situação precária dos ônibus escolares. As imagens são chocantes e, na prática, representa dinheiro público indo pra lata do lixo:

 

Ruy lamenta morte de Genival Lacerda: “A Paraíba perde um ícone da música popular”

Para o deputado federal Ruy Carneiro, o falecimento de Genival Lacerda, uma das pessoas que melhor simbolizavam a irreverência do forró nordestino, representa uma perda enorme na cultura brasileira. Genival Lacerda era paraibano, nascido em Campina Grande e faleceu aos 89 anos, vítima de COVID-19, após mais de 30 dias internado em Recife, PE.

“Morre um grande artista, um talento paraibano. Uma geração inteira cresceu ouvindo Severina Xique Xique e outros sucessos na voz irreverente de Genival. Seu legado seguirá contagiando outras gerações. Meus sentimentos à família”, disse Ruy.

Como artista, Genival Lacerda deixou sua marca ao lado de artistas importantes como Jackson do Pandeiro, Luiz Gonzaga e Dominguinhos, que levaram ao país a cultura nordestina e deram a ela grande reconhecimento popular. Mesmo na velhice, continuava fazendo shows, demonstrando seu amor pela música e pelos palcos.

Em nota, deputado federal Aguinaldo Ribeiro lamenta falecimento de Genival Lacerda

O deputado federal Aguinaldo Ribeiro lamentou a morte do cantor paraibano Genival Lacerda, nesta quinta-feira (07) após longo período de internação por complicações decorrentes da covid-19.

Aguinaldo ressaltou o legado deixado pelo artista na Cultura da Paraíba e de todo o Brasil, relembrou a amizade que Genival possuía com sua família, tendo ele inclusive participado muitas vezes de campanhas eleitorais do seu pai, Enivaldo Ribeiro e prestou sua solidariedade a todos os familiares e amigos.

“A Paraíba perde hoje um dos grandes ícones da sua Cultura e representante da sua música. Nossa família também perde um grande amigo. Que Deus possa dar aos familiares e a nós seus amigos o alento necessário. Uma perda verdadeiramente dolorosa” disse o parlamentar.

Genival Lacerda tinha 89 anos e morreu na manhã desta quinta-feira (07), por complicações da Covid-19. Ele estava internado na UTI de um Hospital na cidade de Recife, desde o dia 30 de novembro.