A decisão do STF que pode jogar Cícero Lucena nos braços de Efraim Filho

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, tenta construir com o governador João Azevedo uma candidatura ao Senado, mas a verdade é que Cícero terá bons argumentos para apoiar Efraim, caso o ficha-suja Ricardo Coutinho obtenha êxito no seu pedido liminar que desde fevereiro aguarda julgamento no STF.

Numa eleição com vários nomes ao Senado e Lula obtendo mais de 60% dos votos válidos na Paraíba, é um risco subestimar Ricardo Coutinho, pois ele conta com a memória fraca do eleitor que já começa a esquecer que ele foi gravado negociando propina e acusado de chefiar o maior esquema de corrupção da história da Paraíba.

Eleito senador, Ricardo ameaça a reeleição de Cícero Lucena e os projetos do PP para 2024.

Não por acaso, Cícero e Efraim pai estiveram reunidos há poucas semanas.

Derrotar um malandro da qualidade de Ricardo Coutinho de novo é uma questão humanitária, e ainda faz bem aos cofres públicos:

 

Brigando com a margem de erro nas pesquisas, Bruno Roberto vai perder seu maior cabo eleitoral para Efraim

A pré-candidatura do filho de Wellington Roberto, Bruno, não decolou e pode perder o seu maior cabo eleitoral na Paraíba: Romero Rodrigues.

Bruno Roberto bem que tentou, mas seu histórico de ex-lulista impediu que ele colasse no eleitor bolsonarista, que correu para Efraim e o Pastor Sérgio.

Outro fator negativo foi a prisão de Bruno na eleição de 2014, comprando votos para o pai:

Sem a mínima perspectiva de vitória, Bruno deverá perder o apoio do ex-prefeito de Campina Grande para Efraim Filho, líder nas pesquisas para o Senado.

É o combustível que o foguete de Efraim precisa para consolidar seu favoritismo…

Prego que se destaca leva martelada na cabeça

O autointitulado representante da Polícia Federal, mas que não possui nenhum prestígio político na categoria, Caio Márcio Ângelo de Sousa, foi multado em R$ 20 mil reais pelo TRE.

Caio é pré-candidato a deputado federal e foi condenado – por unanimidade – pela prática de condutas vedadas como distribuição de camisas, propaganda mediante outdoors e uso de símbolos, expressão, sigla e imagens com associação direta à Polícia Federal.

Ainda conforme o teor da representação julgada procedente pelo TRE-PB, o pré-candidato vinculou seu nome ao da Polícia Federal, instituição onde trabalha, por meio da divulgação de adesivos com a expressão “Meu Federal é da Federal”, principalmente em automóveis, além de ter realizado exibição da fixação de outdoors em Campina Grande.

Internamente, na Polícia Federal, Caio é considerado uma piada. Sem participar de operações da PF, Caio só realiza atividades internas e virou uma espécie de vigia, e seu trabalho é monitorar as câmeras de segurança da sede da polícia. Mas, para mostrar que participa de operações e senta à mesa com os adultos, Caio postou nas redes sociais, meses atrás, um vídeo seguindo o comboio que transferiu o traficante italiano Rocco Morabito para outro estado:

Segundo informações de outros policiais, o carro de Caio quase foi interceptado por seguir o comboio que transportava um dos maiores mafiosos da Itália, mas agentes o reconheceram.

Em outra cena bizarra, Caio aparece segurando um fuzil ao acompanhar a chegada de vacinas no aeroporto. Provavelmente a vacina era Coronavac, e o bolsominion estava atento à terrível ameaça comunista:

Caio tem utilizado a Polícia Federal para se promover eleitoralmente, e se apresenta como Caio da Federal. Ele chegou a fazer escolta do então deputado federal Luiz Couto, tarefa considerada pouco relevante dentro da PF: